terça-feira, julho 11, 2006

Qual não vejo e que me dói
trançado invísivel do passado
e que, teu pertence, flagela meu coração.
Porção da qual não te posso dispensar,
fatia que devora minha razão.
Dose diária de veneno salivar
que lambo nos dedos a cada capítulo desvelado da tua história.

Um comentário:

Lucimar Justino disse...

Tati,
gostei do seu jeito de escrever... tem um toque singular! Foi um prazer passar por aqui e saborear seus poemas!
Um grande abraço!