segunda-feira, fevereiro 06, 2006

Despojo de ti, minhas palavras
e é no meu silêncio, que terás que me encontrar.
Peça a peça montada
metade só porque tua, desencaixada.
Quebra-cabeça infindável que desafia os cuidados teus.
Sou joguete volátil para que em tuas manobras, eterna.
Brinquedo indócil, para que preferida.
Do amor, o aporismo que em desmedida intentas adivinhar.

3 comentários:

Anônimo disse...

o que há de arrebatador no silêncio?

por que todo arrebatamento nos deixa mudos?

a arte lida com esse momento em que o pensamento se vê desarmado...

bj.

Wilian disse...

Q legal conhecer esse teu espaço. Gostei muito e voltarei outras vezes.
Beijos.
Wilian
www.opinatudo.zip.net

TatiResinentti disse...

Mortinha da silva já!!! Mas matar o que mata vai ser moleza!! ;***